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omo em todo e qualquer lugar existe violência, Monjolinho também não é diferente. Hoje, como há muitos anos atrás, em que aconteceram crimes bárbaros, tudo próximo à praça São Sebastião que ainda estão gravados na memória dos antigos moradores, principalmente os crimes de quando o lugar não contava com destacamento policial, o qual só chega a Monjolinho de Minas em 15 de maio de 1977.
O primeiro crime, considerado o mais cruel de todos eles, onde o filho, Crocrânio, matou seu próprio pai (João Cândido) dentro do armazém do Sr. José Calisto. O segundo crime foi de um Sr. chamado João e apelidado de Gaiola que, no decorrer de uma festa religiosa infernizava a vida de todos, inclusive as ordens policiais, que tinham sido solicitados para dar cobertura durante as festividades. Gaiola desacatou o cabo Vitor, que perdeu a calma e disparou uma arma sobre a cabeça de Gaiola que teve morte instantânea.
Um outro crime aconteceu no dia 1º de dezembro de 1974, em pleno campo de futebol, quando após o término do jogo , dois homens vieram discutir e um deles, Miguel Duca Albino levou a pior, pois foi agredido diretamente com um revólver que foi disparado três vezes, fazendo com que o mesmo caísse e mesmo vindo a ser socorrido, morreu logo em seguida.